Meu amigo Noel de Cuba me mandou textos bem interessantes com notícias de como estão lidando com a questão LGBT. Na época da revolução a população LGBT sofreu muita perseguição e inclusive eram mandados para campos de trabalho forçado. Mais de 25 mil homens gays e outros considerados impróprios para serviços militares foram enviados para campos de trabalho conhecidos pela sigla espanhola UMAP nos anos seguintes à revolução cubana de 1959 que levou o irmão de Raúl Castro, Fidel Castro, ao poder. O governo cubano até 1993 colocou em quarentena as pessoas com HIV / AIDS em sanatórios estatais. Raul Castro se retratou e pediu desculpas sobre o ocorrido na época da Revolução em uma conferência no México. A filha do ex-presidente cubano Raúl Castro, Mariella Castro, é uma grande militante na luta pelos direitos LGBT, e disse que planeja apresentar propostas à Assembleia Nacional do país que estenderiam o casamento e outros direitos aos cubanos LGBT. Cuba desde 2008, oferece cirurgias gratuitas de correção sexual através de seu sistema nacional de saúde. Não estudo a questão de gênero, mas sei da polêmica sobre este assunto, quando envolvem países comunistas... O mais importante é saber que existem movimentos em Cuba, que estão transformando esta questão, que ainda é tabu por lá... inclusive é um grande tabu, a legalização da maconha.
Completo 40 anos no final deste ano, e não tive muita oportunidade de viajar fora do país... Mas veio aquela vontade de sair da zona de conforto. Antes tinha viajado, com minha família, apenas para Portugal. E aí surgiu a oportunidade de me inscrever em um congresso bianual em Cuba - Cuba Salud , tinha que enviar o resumo até o final de 2017, e em 2018 veio a notícia que o trabalho foi aprovado. Este Congresso contou com a participação de 83 países e aproximadamente 44 delegações representando ministros de todos os continentes. Veio um frio na barriga, pois nunca estudei espanhol, e algumas pessoas já tinham me falado: "_Vai pra Cuba, comunista!", bem no meio daquele processo de impeachment, que chamo de golpe. O Brasil está vivendo uma guerra híbrida ou guerra não convencional como finalidade a obtenção do pré-sal ( link com texto excelente do Pepe Escobar - Jornalista brasileiro especialista em geopolítica), e uma das estratégias é a polarização, gerada pela comunicaç...
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